O quando, pode ser a história que não ancora e se perde

E, irá sempre separar dois caminhos distintos. O quando eu não sei, o amanhã pode ser, o ontem já foi, o agora é muito imprevisto.

Quando há um momento transitório de sentimentos, é fácil se perder dentro do seu próprio mar. Acabam-se as histórias de amor, as horas de imaginação, os dias contados no calendário de saudade e o mundo torna-se outra cor. Ninguém nunca disse que é fácil esquecer, mas também ninguém nunca reclamou de ter esquecido. Há controvérsias. As horas passam sonoramente no musical do silêncio. O pensamento naufraga porque não conseguiu ancorar… As ações nunca dependeram do querer, sem antes não terem sido planejadas. Uma gota d’água nunca chega ao seu mar, sem se aventurar pelos rios e lagos. Uma folha seca nunca vai cair, se o vento não a levar. E assim somos eu e você, mas nunca seremos nós: não sabemos o que pode mudar.

Na vida nunca é fácil ser o autor da própria história, o pensamento é uma conjuntura de longas viagens sem voltas, mesmo que alguém te puxe e te firme os pés ao chão, você não retorna ao ponto de partida. O eu da história, nunca será o eu que escreve. De mim você não pode esperar como a mim você não pode oferecer. Como a água que chega ao mar, é a história que se perde.

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Borrei o que não sei dizer

Por várias vezes na mesma noite, abri e fechei janelas. Nessa mesma noite, me virei em dias claros, vácuos nebulosos, pensamentos longínquos e no meu oceano particular sua memória.

Eu lírico, olhos fechados, pele fria, arrepios, coração quente. Meiga lembrança fulgurante na pele rosácea, que floresce nos campos arteriais, que formam o corpo cheio de sentimento. Já não sei se figura o primeiro amor ou se apenas estampa um passado, que brilha, que grita, que pede. Já me sento nos balanços de madeira e palha, converso com minha amiga, que me acompanha há tantos mil dias e não me permite acreditar num único sonho. Não sei o que é sonhar, faz dias que sinto a falta nas mais obscuras realizações onde te toco, mas não te sinto, te vejo mas não sei qual seu sabor…

Sabores inúmeros, lábios doces, carnudos, que atravessam o meu prazer e me invadem loucamente sem pedir permissão. Olho no fundo do seu negro mar, nado nas suas pardas cores; mais abaixo as imas batidas que duplicam quando me toco em você e você se toca em mim. Laços entre dedos, calor entre corpos, tesão que se expande em grandes escalas… Aaaaah o amor.

Eu já não sei mais lembrar, já me perdi nas ondas. Faz meses que não ouço o tom inebriante dos teus agudos. Tentei te esquecer, não deu. Não deu pra deixar de te amar, não deu… Percebo que as cinzas se desmancham quando minhas lágrimas caem no seu percurso, como grãos do campo retirados da beleza do seu caule. E ainda sim prefiro cinzas, porque com elas posso desmanchar e reescrever com o pó que resta do que sinto, que deve ser saudade; eu já não sei mais. Eu quero chorar.

Eu quero chorar saudade, eu quero chorar a vontade de te olhar, eu quero chorar mais ainda. Eu quero chorar porque um pedaço de mim está longe, ou será que apenas estou sonhando essa distância? Não sei se estou agindo certo. Não sei devo esquecer, já que cada história tem seu momento em nossas vidas. Por que vida, tão cruel com o amor que me faz sentir? Já pedi a Deus que me fizesse esquecer, mas como vento, aparece nos meus olhos e se protege no coração. Tento chegar, mas meu medo é maior. Seu nome não me sai da cabeça, seu corpo não me sai da pele. Choro cada letra, porque duvido. Choro porque sinto falta, mas não sei se choro porque amo. Encontro-me com a lastima do tempo, que vira o temporal, não me recordo de chorar por amor… Acho que é a primeira vez. São tantas lembranças na mente… Precisei de uma noite pra me apaixonar e não sei se posso ‘ nunca mais te esquecer’. Não gosto da história do dizem que; gosto do amor, sentir borbulhas, quero que as ventanias espalhem o eu te amo enquanto existir amor, pelos oceanos. Quero chorar. Penso em você e penso em mim. Não sei se devo pensar em nós.

Entre mil e umas letras, em segundos auditivos, eu te quero não querendo. Não quero sentir dor, não quero chorar mesmo chorando. Sorrisos. Aquela pele, aquele calor, aquele prazer, não pude te tocar, porque ia devorar sem pensar. No meio de tantos outros olhos, eu queria te fazer meu apenas pra te amar…

E por mais uma vez, borrei a linhagem das cinzas que desenham o que eu não sei dizer.

Parágrafos sem manchas: dias, horas, folhas, cinzas, refazer…

Faz sois e luas que não mais sinto calor por te tocar. Faz dias e noites, ventos e brisas, chuvas e trovões, horas e minutos que estou em saudade.

Sinto-me confuso, gostando por gostar, mas subentendendo que a mente pode ou não enganar. Oh dores constantes de amor, ou paixão? Foi tão bom te amar, nos escuros do parque, debaixo das árvores, em cima das folhas secas, esquivando-nos de repentes clarões guiados por andarilhos, que sem caminho, vão à busca de um prazer e se curvam entre troncos, galhos e arbustos. Em todas as palavras que tento escrever, em tantas vezes apontando as cinzas e quebrando todos os inícios, não sei não relembrar…

Quando te olhava, te sentia em mim. Quando te tocava, te sentia por dentro: Uma explosão de prazer em muitas conjunturas. Naquele instante percebi que a mágica floresceu; vi um sorriso acanhado, uma vontade louca, um desejo imenso… Aaaah como é bom. Vivi loucamente aquele olhar, um paradoxo hormonal que nunca em noventa mil dias senti… É algo louco de se pensar. Olho-te todos os dias, pelas sombras que meu coração registrou; sinto seu corpo a cada página virada, que o dia e as horas separam. Vejo-te tão perto, te espero tão longe, na expectativa de encontrar folhas secas que me levem a você. Um caminho deserto, sem destino, sem respostas, um horizonte, um ponto final, tantas entre linhas, um eterno vácuo no espaço entre nós, tantas palavras e toda falta de coragem.

Nos escuros sonhos, a claridade da imaginação, se traduz nos tons da sua voz. Não sei se é paixão ou loucura. Não sei se é saudade ou loucura. Não sei se é amor ou loucura. Sonhar com tanta saudade e não viver um beijo, acordar com contínua saudade e não poder fazer nada. Acordar com saudade, olhar para os lados e me sentir no meio do oceano, sem começo, sem fim, a onde não posso ancorar… Por quantos dias mais você viverá nos meus pensamentos? Quando sonhei com a liberdade de amar a vida, amar o amor, amar, você retorna e me faz quere-te por mais. Olho para meus dias e percebo que nunca havia sentido a química, onde os corpos não se suportam quando distantes… Quando dois corpos já não se veem longe um do outro, ceda e se enrosque. Deixe-se ebulir.

Já reescrevi, já redesenhei, refiz as pontas, refiz todos os inícios e todos chamam por você. Ainda não sei se é loucura, ou se apenas imaginação. Se for, já não sei o que é. Se for, já não sei como ir. Se for, já não sei como chegar. Todos os dias, espero chegar ao fim da folha e aplaudir os parágrafos ditados sem manchas, apenas com o sortilégio de dizer pela primeira vez: me apaixonei.

Quer, mal me quer

” Os meus dias se passam e são mais visíveis,

que os sentidos já não são os mesmos desde que

outrora não vives mais ao meu lado..

Sinto que existe algo que não pode controlar as palavras que estão prestes a explodir,

sem ao menos pedir passagem.. Quer bem, quer mal…

Isso pode trazer: incertezas, perjúrios, maus desejos … Nosso destino nos traça,

sem ao menos sabermos

como chegar ..”

Tapas, usos e abusos

Sem muitos sentimentos, sem muitas emoções.

Tristeza, solidão, palavras feridas e orgulho insensível: de todos os amores, de todas as loucuras, de todas as sensações, de tudo que se chama vida.  Papel, lápis, um café, pensamentos, conflitos, fazem surgir um dos mais incríveis monólogos que a solidão já criou.

Escrever, borrar, apagar, reescrever, parar, pensar. A vida se torna rotativa, quando as histórias não possuem um final feliz e fáceis de entender. Viver esse momento, fantasiar realizações, imaginar que está perto e poder olhar e dizer: ‘obrigado por estar aqui’, nunca foi tão emocionante. Você acorda, agradece pelo dia, pela noite, agradece por tantas coisas, que se esquece de que existe um vazio eterno e com grandes placas plásticas que te fazem enganar-se com o pouco. Entende onde quero chegar?

A facilidade da escrita permite sempre reeditar suas ideias e pensamentos, sem críticas que impactam a existência. Cada um é responsável pelo que cativas, que também são responsáveis pelos erros exercidos desejosamente ou não. Quem sou, pra julgar atos alheios? Mais do que um simples propalador de grandes acidezes, que em sua maioria, são ignoradas ou não compreendidas. Não descrevo o eu lírico, que pertence à alma, descrevo o senso comum, que deveria ser obrigatório. Incrivelmente ao olhar os caminhos ultrapassados, o que foi deixado de lado e as substituições, que são capazes de gerar um notório enredo dos mistérios da vida, fazem muitos delírios se transformarem em grandes verdades, que só contemplam a quem acredita. Olhos fechados, boca entre aberta, sonhos e pesadelos, creditados em pensamentos, que nunca foram tão singelos enquanto a mente digitada no tato, ganha vida, dá vida. Realidade ou não, o que é dito por ‘’meia boca’’ faz e gera mais ibope, mesmo sendo inutilizado pela sociedade ignorante e exacerbada pela sociedade culta. Essa combustão excessiva de efeitos confunde cada vez mais a mente de quem realmente, ainda não está preparado pra ter que aceitar grandes mudanças, tapas. Mas o dia há de chegar, os pensamentos, irão se encaixar, as palavras irão sair e o mundo será cheio de cor e brilho, aos olhos dos que alcançam a sua exclusiva liberdade. Não existem nomenclaturas, não existem protocolos, nem diretórios que ensinam. Vida é pessoal e intransferível. Não expresso, as ideias como se fossem minhas críticas, pois deveras não tenho permissão pra fazê-las, tudo isso dentro de um contexto ‘natural e proibitivo’; mas é preciso negritar a exigência que a população ignorante exerce, sendo indiferente com a sociedade, àquela mesma que habitam e esquecem-se de que precisam dela pra sobrevivência, social, pessoal, amorosa, financeira.. Muitos que criticam a ‘sociedade’, à usam, sem ao menos ter o prazer do que é estar em blocos, compartilhar, experimentar que o que é pra todos, pode ser somente nosso. 

O sociável, ele é o cara que tem grandes possibilidades de sucesso em conquistas simples. O que falta, é uma comunicação clara e evidente, ao qual é extremamente esquecida e deixada de lado, um abuso. Existe a preguiça harmonizada com a vontade de ser o outro; novamente, em palavras mais claras: ‘’É preciso ser único e exclusivo’’. O outro somente será o espelho, para o reflexo do que podemos ser no futuro, conquistados por méritos.  Será que um dia, existirá uma grande convenção, de convencimentos sobre a necessidade de ”ser você, essência pessoal”? 

Palavras sábias, às vezes traduzem ignorância ou desentendimento. Onde há necessidade, há vontade, apenas não há esforços. Quem entende a finalidade das palavras, já vivencia a ousada sensibilidade.

 Imagem

‘‘De que vale a sagacidade de existir, se essa existência não tem raízes profundas, hidratadas pelo cérebro?’’

Citação

Custear sinceridade

Se o pensamento fosse algo só pra mente, a prática e as atitudes humanas, dependeriam de injeções recheadas de oxigênio, devido a falta de ar, que causaria a ideia enigmática de que tudo é rudimentar.

Vejo pessoas a todo momento e compreendo que essa ausência de verbalizar os íntimos pensamentos, causa uma falta existencial de ‘um à mais’. A preguiça ocasionada pela espontaneidade do outro em dizer o que pensa, pode ser o que basta e o que alimenta a alma daqueles que se privam de expor sua matéria interna em forma de palavras. Existe também uma grande cumplicidade das pessoas em analisarem outras, como se isso, fosse um aumento de caráter e de boas atitudes. Vivemos num mundo, onde a preguiça, é uma das sensações mais exploradas em todos os gestos.

Preguiça de: amar, viver, compartilhar, estagiar novos caminhos, sonhar, sorrir, chorar, comer, dialogar, olhar, pensar, frutificar amizades, construir, enfim, um inúmero dicionário de verbos e de terminações irreversíveis.

Uma ideia, é sempre a ideia de alguma coisa (Husserl). Um gesto é sempre a forma física de uma ideia; o sorriso é a demonstração da ideia; a ideia é artística, é literária, é contemporânea, é indeterminada, efusiva, é uma escola. Ideia é vida. Ideia casavelmente com a sinceridade pura, não necessariamente ingênua; um toque de hostilidade, pois a vida é isso: essas alterações de astros e estrelas, que nessa atmosfera causam essa necessidade de custear a sinceridade.

Uns pagam mais caro que outros, por motivos de exigir fatos e não contos.

Solidão, baseado e amor

Numa vida cheia de ilusões, vivo num mundo de expectativas. A falta de um abraço verdadeiro, de amor, a falta de um sorriso, de um beijo, de coisas simples da vida, às vezes deixa a sensação de vazio. Vejo situações, pra que elas sejam interpretadas de forma vistosa e sincera. Sinto como um objeto posto em cima da estante: vago, nulo, vazio, empoeirado, onde todos os olhares batem, mas não são agraciados com o toque, com a sutileza de quem aprecia e toma pra si. É sempre bom ter quem queira, é sempre bom ter quem chega e diz: to com você.

Às vezes solidão, é uma das melhores companhias, às vezes.

Num espaço oco e triste, que às vezes a mente se torna, após lançar ao mundo suas vibrações, existe a leveza de amar. Recompor o perdido e transparecer suavidade. Um sorriso leve, uma alma serena, um olhar sóbrio de injúrias e incertezas. O que seria de nós sem as águas que nos asseiam, adoçam os poros e nos deixam respirar em pele e ar. O que seria…

Uma vida baseada em amores e sentimentos.

No hoje tantas formas de sentir: como, onde, pra que, em que, por que, no que… A qualidade do olhar, que pode traduzir mil palavras em poucos gestos. Não vivemos num mundo de preparados; vivemos num mundo de aprendizados constantes. A falta da docilidade de entender, olhar e sorrir porque é límpido o sentimento, falta. O humano se esqueceu, que vivemos pra nós mesmos e que o mundo é o nosso, pequeno, curto, cheios de altos e baixos, com vidas curtas ou longas. Não digo sentimento nutrido à dois, não digo sentimentos rancorosos; sentimento vai além do que a mente humana pode entender. Sentimento é especial, sabe; sentimento veio pra transformar uma perda, num sorriso de conforto, num entender que algo partiu, mas que coisas boas ficam e ainda podem ser construídas. Sentimento precisa ser puro e um bom companheiro.

Não digo amor de sentimento e nem sentimento de amor.

As pessoas pensam que é difícil separar sentimento de amor. Sim, pensam! Como também não entendem que falar de amor, não é falar de sentimento e nem quando se fala em sentimento, significa que seja amor. A gente precisa sorrir e deixar com que a vida flua… Deixa-se sentir, deixa-se fluir, deixa-se tocar. ”Não me toques” vivendo como andarilhos pelas estradas, soprando angústias e desenhando nãos, são corriqueiros e cheios de prazeres.

Quando a vida se encaixa no entendimento, parece tudo ser como o ar que se respira: uma via de mão dupla, cheia de intensos momentos

Vídeo

Missing You

Desde que você estêve ausente
Eu estive para baixo e só
Desde que você estêve ausente
Eu tenho pensado de você
Tentar compreender
A razão pela qual você me deixou
Por que você se foi completamente?
Eu sinto a sua falta
Diga-me porque a estrada gira
Ooh ooh
Eu sinto a sua falta
Diga-me porque a estrada gira
Eu olho ao redor
Eu vejo as coisas que me recordam em mente
Apenas vejo você sorrir
Fêz meu coração encher-se com a alegria
Eu ainda lembrarei de
Todos aqueles sonhos que nós compartilhamos juntos,
Onde você corria, garoto?
Eu sinto a sua falta
Diga-me porque a estrada gira
Ooh de ooh
Eu sinto a sua falta
Diga-me porque a estrada gira
Eu tenho procurado compreender,
Eu não compreendo
Apenas onde você estava tentando ir
Somente você soube do plano
E eu tentei estar lá
Mas você não me deixaria entrar
Mas agora você foi embora menino
Eu sinto o coração muito partido
Eu sei o dia em que começamos
Que nós estivemos significados ser
Se você deixar-me apenas
Eu chorei muito
Agora conseguir vencer todos os meus medos
Nós deixamos o deslizamento do tempo afastado
Eu preciso de você garoto
Aqui Hoje!
Você deu tantas coisas
Para o meu coração
Para minha alma
Havia tanto de seus sonhos
Que nunca foram ditos
Você teve tanta esperança
Por um dia mais brilhante
Porque era você minha flor
Arrancado fora
Eu sinto a sua falta
Diga-me porque a estrada gira
Ooh ooh
Eu sinto sua falta
Diga-me porque a estrada gira

Querer, ser e não entender

Quando a gente quer, a gente retrata as maiores e mais belas histórias de amor. Se um dia a paixão acontece, nem sempre de forma clara ela diz, mas se faz sentir.

O que é falar de amor, como é falar de amor, quando nunca se sentiu, ou se sentiu nunca conseguiu definir? Existem perguntas que não nos fazemos e existem momentos que não conhecemos. Como definir sentimento, quando ao seu lado a razão, vontade, desejo e o coração, andam de mãos juntas?

Hoje penso em você, no depois te esqueço. Me odeie pelo que deixei de dizer, mas não pelo que deixei de fazer. Às vezes entendo ou prefiro entender, que as palavras, sejam pra mim; acreditar que tudo seja pessoal, pode ser uma das fantasias mais sublimes da mente. Fluir e se deixar viver, pela emoção que transborda como transpiração e existir, como os olhos que veem a luz do dia.

”Uma paixão platônica, pelo viver e a esperança”

Incansavelmente, quando a gente espera que o amor se realize, ele não vem. Quando se procura, os encontros são desconfortos desencontros. Quem um dia, parou e pensou no destino? Pra que buscar, o que tempo tem pra oferecer, se existem dias e datas marcadas? Pra que visualizar todos os dias o mesmo, se nem ao menos posso dizer olho no olho, verdades? Existem emocionais infindáveis, que não descobrimos pela simples ausência de desbravar. Existe uma inconstância e uma grande distância entre o bem e o querer. O que é sentido, é pessoal, invisível e por vezes só existe em mim e que os olhos não dizem. Escrever por vezes e por minutos, mas com contradições no preferir ser no outro, o meu desejo.

Um dos amores não compreendidos, num futuro distante ou inexistente, pode ser lembrado como a oportunidade de acontecer.

Nas entrelinhas da vida, surpresas cheias de amores; não amores de sentimento, afeto, amores por simples que seja, cotidiano. Numa vida qualquer, que seja a presença em sentir. Precisa-se falar, mas é necessário sentir na pele.

Uma forma de escrita, meio confusa, meio intolerante e inconstante, nos faz em grandes surtos emotivos, compreender, que a mente, não precisa pensar, só precisa ver que a escuridão do céu na madrugada, te permite delírios